-
release
Versão pomposa:
Cada apresentação é parte de uma curadoria fugaz, fruto de escolhas prévias e da efervecência momentânea das pessoas presentes, do ambiente, do clima resultante de cada música tocada. Têm presença constante nessa experiência muito pós-punk, rock alternativo, punk, música alternativa brasileira e de países “não-convencionais” no meio indie como Peru, Cingapura, Ucrânia e Colômbia. Músicas que divirtam, que não estejam nas rádios, que caminhem desde a eletrônica experimental ao deathpunk, sem distinção.Como DJ me preocupo mais com a construção epistemológica na pista do que com o entretenimento em si. Discotecar, pra mim, é parte da minha atividade como jornalista musical, escolhendo músicas que considero relevantes para serem conhecidas pelo público e que, de acordo com o contexto da festa, construam uma unidade ao serem apresentadas em sequência - não resultando em um único e invariável sentido, mas sim em experiências distintas para cada pessoa presente.
Para isso, o mais prático é fazer uso da tecnologia e tocar com o próprio celular, uma mídia totalmente integrada ao meu (e seu, provavelmente) cotidiano, transformando o dia-a-dia em ambiente para construção dos sets, apreciação e experimentação (particular) dos mesmos.
Resumo para preguiçosos:
Jornalista, produtor cultural, músico, designer, eventualmente DJ de música alternativa através do celular.- - - -
Links:
Info
- escrito por um:
- djmeiodesligado
- data:
- (a )
- horário:
- :: ()
